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Após pausa na pandemia, Parada do Orgulho LGBTI+ volta ao Rio de Janeiro

 

Após pausa na pandemia, Parada do Orgulho LGBTI+ volta ao Rio de Janeiro neste domingo

Preservação da Amazônia e homenagem às vítimas de Covid-19 serão temas da 27ª edição do evento que retorna à orla de Copacabana

Parada do Orgulho LGBTI, na praia de Copacabana, 27 de novembro de 2022
Parada do Orgulho LGBTI, na praia de Copacabana, 27 de novembro de 2022Bruna Carvalho/CNN

Beatriz Puenteda CNN

no Rio de Janeiro

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O terceiro maior evento da cidade do Rio de Janeiro, atrás do Réveillon e Carnaval, está de volta após dois anos. A 27ª Parada do Orgulho LGBTI+ reúne, neste domingo (27), cerca de 800 mil pessoas na praia de Copacabana.

Realizada há 27 anos, a parada retorna às ruas após dois anos de eventos realizados em formato online por conta da pandemia de Covid-19. O parada no Rio foi pioneira no Brasil e, desde então, cumpre papel social na luta pela igualdade de direitos para a população LGBTQIA+ no país.

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Neste ano, a Parada LGBTI+ irá abordar assuntos como a preservação da Amazônia e o meio ambiente, além de homenagear as vítimas da pandemia de Covid-19 no Brasil. Serão dez trios elétricos e alas temáticas ao logo de toda a orla.

“Essa é a parada do renascimento após um período de dor e perdas em razão da Covid-19 e especialmente pelo aumento do discurso de ódio em parte da sociedade contra nossa comunidade LGBTI+. Do nosso renascimento como cidadãos de direitos. Somos sempre pelo afeto e pelo diálogo. Porque, no final, o amor venceu e sempre vencerá”, afirma Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris e coordenador-geral da Parada do Orgulho LGBTI+ Rio 2022.

Neste domingo (27), o grupo organizador também irá divulgar uma Carta Por Um Brasil sem LGBTIfobia, endereçada ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O documento contará com propostas de políticas públicas nos campos da segurança, saúde, educação, trabalho e renda, cultura, esporte e lazer, turismo, assistência social e direitos humanos.

Parada retorna às ruas após dois anos de eventos realizados em formato online / Tânia Rêgo/Agência Brasil
Créditos CNN

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